Escultura de barro de MG.

Pelas mãos de Margarida, filha do grande Mestre Ulisses.

MEDIDAS APROXIMADAS:

Comprimento: 35cm

Altura: 18cm

 

A família Pereira é formada por ceramistas muito talentosos que possuem um estilo próprio e facilmente reconhecível para quem tem um pouco de intimidade com a cerâmica produzida no Vale do Jequitinhonha (Minas Gerais). A família tornou-se internacionalmente reconhecida por meio da obra de Ulisses Pereira Chaves (in memoriam). Esposo de Dona Maria José (in memorian), pai de Margarida e José Maria, e avô de Rosana – os principais artesãos da família produzindo atualmente, Ulisses Pereira foi chamado de “um dos mais importantes escultores ativos no Brasil no século XX” por Lélia Coelho Frota.

Dentre os dez filhos que tiveram Ulisses e Dona Maria, Margarida e José Maria são os que seguiram o ofício artístico de forma mais intensa.

Margarida e Rosana, sua filha, trabalham juntas. Elas explicam que o trabalho é todo planejado, tem o dia para amassar o barro, o dia para a modelagem, o dia para a queima. É um processo lento e longo, dividido entre os membros da família.

A pintura, atividade sutil, delicada, paciente, é mais benfeita pelas mulheres. Dona Maria conta que Ulisses dizia que a pintura dele não ficava tão boa quanto a “das meninas”. Zé Maria também não pinta, mas nos conta sobre a extração do barro, a época certa de tirá-lo do seio da terra, e da dificuldade em transportá-lo.

O trabalho de Margarida e de seu irmão José Maria é reconhecido como sucessor dos trabalhos de Ulisses Pereira, com a recriação do repertório de figuras zooantropomorfas, fantásticas, mitológicas, encantadas, que tanto marcaram a recepção da obra do mestre.

 

Várias cabeças

R$422,00
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Escultura de barro de MG.

Pelas mãos de Margarida, filha do grande Mestre Ulisses.

MEDIDAS APROXIMADAS:

Comprimento: 35cm

Altura: 18cm

 

A família Pereira é formada por ceramistas muito talentosos que possuem um estilo próprio e facilmente reconhecível para quem tem um pouco de intimidade com a cerâmica produzida no Vale do Jequitinhonha (Minas Gerais). A família tornou-se internacionalmente reconhecida por meio da obra de Ulisses Pereira Chaves (in memoriam). Esposo de Dona Maria José (in memorian), pai de Margarida e José Maria, e avô de Rosana – os principais artesãos da família produzindo atualmente, Ulisses Pereira foi chamado de “um dos mais importantes escultores ativos no Brasil no século XX” por Lélia Coelho Frota.

Dentre os dez filhos que tiveram Ulisses e Dona Maria, Margarida e José Maria são os que seguiram o ofício artístico de forma mais intensa.

Margarida e Rosana, sua filha, trabalham juntas. Elas explicam que o trabalho é todo planejado, tem o dia para amassar o barro, o dia para a modelagem, o dia para a queima. É um processo lento e longo, dividido entre os membros da família.

A pintura, atividade sutil, delicada, paciente, é mais benfeita pelas mulheres. Dona Maria conta que Ulisses dizia que a pintura dele não ficava tão boa quanto a “das meninas”. Zé Maria também não pinta, mas nos conta sobre a extração do barro, a época certa de tirá-lo do seio da terra, e da dificuldade em transportá-lo.

O trabalho de Margarida e de seu irmão José Maria é reconhecido como sucessor dos trabalhos de Ulisses Pereira, com a recriação do repertório de figuras zooantropomorfas, fantásticas, mitológicas, encantadas, que tanto marcaram a recepção da obra do mestre.